Por que os fundamentos?
Aprender os fundamentos de um tema é talvez a maior demonstração de respeito e dedicação que alguém pode oferecer a ele. É escolher entender o porquê antes do como, mesmo sabendo que isso exige mais tempo, mais esforço e menos recompensas imediatas. Quem estuda fundamentos aceita caminhar mais devagar no começo, confiando que cada passo constrói algo que não será facilmente derrubado depois.
Fundamentos não prometem atalhos. Eles prometem base. É como construir uma casa sem pressa, começando pelo terreno e pelas fundações, sem ansiedade pelo tamanho final da construção, apesar disso, reconheço que as vezes simplesmente precisamos de um lugar para morar o mais rápido possível, e isso é normal. Muitas vezes, dependemos do conteúdo rápido para conseguir cumprir com nossas tarefas no dia seguinte de trabalho, não há nada errado nisso.
A mente humana funciona da mesma forma. Quando você investe tempo em compreender os princípios que sustentam uma área do conhecimento, você expande o terreno onde novas ideias podem ser erguidas. Ferramentas mudam, tecnologias envelhecem e modas passam, mas os fundamentos permanecem. Eles não apenas explicam o que existe hoje, como também permitem entender aquilo que ainda nem foi criado.
Vivemos em um tempo que valoriza respostas rápidas e soluções prontas. Por isso, ter o privilégio (cada vez mais raro) de dedicar tempo aos fundamentos é algo valioso. Escolher aprender como as coisas funcionam, em vez de apenas usá-las, é um ato consciente de profundidade em um mundo de superficialidade.
Se você está aqui, disposto a investir esse tempo, agradeço por confiar esse processo a mim. Não prometo atalhos, mas prometo estrutura, e lhe garanto e dedicação nesses textos.